Era uma vez um menino chamado Cinderfella (união das palavras Cinderela e cara), que não podia ir ao baile porque os filhos de seu padrasto o achavam bonito demais.

Créditos: Reprodução YouTube

Cinderfella, personagem usado pela empresa Timbuktu para falar de machismo em histórias infantis

Para impedi-lo, rasgaram sua roupa. Até que um “fada-padrinho” apareceu para ajudar.

É com um vídeo da história de Cinderela, mas protagonizado por um homem, que a empresa Timbuktu quer chamar a atenção para o machismo nas histórias infantis.

A ação tem um motivo: divulgar o livro “Good Night Stories for Rebel Girls”, lançado pela startup americana e idealizado pela jornalista Elena Favilli e pela diretora de palco Francesca Cavallo.

A obra traz casos de mulheres reais que conquistaram sucesso em suas áreas de atuação, como pintoras, cientistas, dançarinas, escritoras e astronautas.

Segundo as autoras, trata-se de uma coletânea de 100 histórias de ninar para inspirar as jovens a “ser mais confiantes, pensar grande, cultivar sua força”.

A obra é vendida pelo site Rebel Girls ao preço de US$ 35.

Por QSocial