Guilherme Rocha, 16 anos, jamais imaginou que em julho teria a inesquecível experiência de participar de um curso de verão em Harvard.

Preparando com afinco para estudar em uma universidade americana, o aluno do 2 º ano do ensino médio do Colégio Poliedro, em São Paulo (SP), participou de um concorrido processo seletivo e obteve uma bolsa de estudos para Summer Program (Programa de Verão, em português) em Harvard, que o possibilitou estudar durante duas semanas na escola de uma das universidades mais renomadas do mundo.

Créditos: Arquivo pessoal

Guilherme vivenciou o sonho de realizar um curso de verão em Havard, uma das mais renomadas universidades do mundo

“Essa experiência foi muito importante porque renovou minha esperança de conseguir uma vaga em uma graduação americana”, afirma o estudante, que pretende cursar física e astronomia em Yale, uma das mais prestigiadas universidades do mundo.

A ação é fruto de uma parceria do Ismart (Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos) com a universidade.

Além de Guilherme, outros três alunos do instituto, um de São Paulo e um do Rio de Janeiro, puderam ter a vivência de estudar em Harvard.

“Eles mergulharam na cultura, no idioma, voltaram com uma proficiência interessante e, além disso, essa vivência riquíssima pode dar a eles mais elementos para escolherem suas carreiras, cursos e montarem um projeto de vida”, afirma Ana Paula Camargo, gerente de educação básica do Ismart.

Bolsa de estudo

Guilherme, inclusive, conta com bolsa de estudo integral no Colégio Poliedro desde o 1º ano do ensino médio pelo Ismart, que identifica jovens talentos de baixa renda, de 12 a 15 anos de idade, e lhes concede bolsas em escolas particulares de excelência, além de um programa de desenvolvimento. Anteriormente, ele foi aluno de escola pública.

Para a conquista da bolsa de estudos no curso em Harvard, ele participou de um preparatório intensivo de quatro meses, do próprio Ismart, para o exame de Toefl (Test of English as a Foreign Language), que tem o objetivo de avaliar o potencial individual de falar e entender inglês em nível acadêmico.

Em uma das etapas, Guilherem produziu redações em inglês sobre o sonho de participar desse projeto e conhecer a faculdade americana.

Já em Harvard, Guilherme teve aulas de física, astronomia e buracos negros, podendo aprofundar seus conhecimentos em assuntos como “modelo do sistema solar”, “estrelas”, entre outros.

Nas duas semanas em Cambridge, onde fica Havard, participou de iniciativas também fora do ambiente acadêmico. O curso, segundo ele, contou com lições de casa que intercalam leitura, escrita e cálculo, de uma forma apaixonante.

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