Quando a filha Layla tinha apenas 5 anos, o empresário Rogério Valim ficou surpreso com a naturalidade com que ela navegava na internet para descobrir novos jogos. Não demorou muito para notar o encanto da pequena, especialmente, com os games em que tinha uma vida virtual e jogava para ganhar moedas com as quais adquiriria agrados para seu avatar, como novas roupas e itens para casa. 

Curioso com o interesse da filha, uma legítima representante de uma geração que não conhece um mundo sem internet, Valim começou a pensar em criar um negócio em que poderia, ao mesmo tempo, empreender e se aproximar de Layla, passando mais tempo perto dela e, o que é melhor, ouvindo seus valiosos conselhos para o desenvolvimento do game.

Foi a partir daí que surgiu a Magic Bubble, uma rede social infantil que promete estimular a interação em um ambiente que pode ser monitorado por pais e professores.

Através do personagem do simpático professor Albert, as crianças -- de 5 a 7 anos-- passeiam por cinco cenários de capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre), conversam, fazem novos amigos, brincam nos games, respondem quizes e, quando vencem os desafios e têm acertos, ganham e acumulam os Bubbles, moedas que são usadas para comprar itens para o avatar e decorar e mobiliar a casa virtual.

O Magic Bubble está disponível para computador e Android, com previsão de lançamento para iOS nos próximos meses. A rede social está sendo apresentada em algumas escolas com acesso gratuito durante 30 dias. Após esse período, os pais interessados podem fazer uma assinatura mensal por R$ 9,95. A ideia é que futuramente também sejam oferecidos pacotes voltados para escolas.