As vidas de seis meninos com uma doença genética terminal foram transformadas com um tratamento pioneiro de correção de falhas em seu DNA usando uma versão "domada" do vírus HIV.

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A terapia usou uma forma "domada" do HIV para reparar o DNA danificado dos pacientes (Foto: BBC/Thinkstock)

Os meninos sofrem da síndrome de Wiskott-Aldrich, que deixa seus portadores vulneráveis a sangramentos e infecções.

O tratamento foi descrito em um estudo anglo-francês, publicado na revista científica "The Journal of the American Medical Association" (JAMA).

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